Notícias do Teatro
Cearte continua com inscrições abertas para vários cursos em JP PDF Imprimir E-mail
Escrito por Augusto Magalhães   
29-Jul-2014

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Hélder Nóbrega

Da internet/facebook

O Centro Estadual de Arte – Cearte continua com as inscrições abertas para os cursos livres com Formação Inicial e Continuada nas seguintes áreas: Artes Visuais, Dança, Música e Teatro. A matrícula é presencial, para efetuá-la basta ir ao centro portando algum documento de identidade com foto, duas fotos 3X4 e comprovante de residência atualizado.

Em Artes Visuais estão disponibilizados os cursos de Audiovisual; Cerâmica; Desenho Artístico; Desenho; Fotografia; Foto Lata; Introdução à História das Artes Visuais na Paraíba; Pintura Acrílica Sobre Tela; e Xilogravura.

Na área da Dança são ofertados os seguintes cursos: Dança Clássica; Dança Clássica Infantil; Dança Clássica Avançada; Dança Contemporânea; Dança Moderna; Dança de Salão; Danças Urbanas/Dança de Rua; Dança do Ventre; e Sensibilização e Consciência Corporal Como Prática Criativa.

Os cursos nas Artes Cênicas são: Como Escrever Para Teatro; Dança-Teatro: Expressões Populares Brasileiras; Figurino; Processo Criativo em Teatro; Teatro de Bonecos; Teatro para Crianças; e Teatro.

No campo da música temos os cursos de Canto Lírico; Canto Popular; Contrabaixo Acústico; Guitarra; Harmonia e Improvisação; Teclado; Técnica vocal; Teoria Musical; Violão Popular; e Violão Clássico.

As aulas desse período (2014.2) terão seu início no dia 06 de Agosto.

Maiores informações são obtidas no Cearte-Centro Estadual de Artes que está localizado a Rua General Osório, número 36, vizinho a Igreja de São Bento, no Centro de João Pessoa. Paraíba. 
 
Cearte inscreve para diversos cursos em João Pessoa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Augusto Magalhães   
10-Jul-2014
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Músicos estréiam show nesta sexta em João Pessoa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Augusto Magalhães   
14-Mar-2014
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Beto Quirino: 'Sou brasileiro, sim senhor!' PDF Imprimir E-mail
Escrito por Augusto Magalhães   
22-Dez-2013
Sou brasileiro, sim senhor!

SOU BRASILEIRO, SIM SENHOR!

1Desde os 14 anos ele já fazia teatro de rua. Nos anos 80 resolveu estudar Pedagogia, em seguida Educação Artística e depois Comunicação, mas foi em Educação Artística com a matéria – Teatro de bonecos – batizado na Paraíba como Babau, que ganha existência nos palcos por meio do movimento das mãos, esse paraibano – carioca chamado Beto Quirino, narrava as histórias levando alegria e encantamento nas comunidades de todo Brasil, de carona pelas estradas, atingindo principalmente o público infantil, desde lá não parou mais. Em 2006 depois de um teste para a microssérie “A Pedra do reino”, acabou sendo escalado para atuar na Minissérie “Amazônia de Galvez à Chico Mendes” de Glória Perez, onde deu vida ao sanfoneiro Cesarino, que participou da 2ª fase inteira, aí veio “Duas caras” ,”Malhação”, ”Cama de gato”, ”Na forma da lei” e “Além do Horizonte” dentre outras participações ao longo desses anos, a televisão sempre veio junto com o cinema.

Fez “180º” de Eduardo Vaisman, onde fez um comerciante, ”5x favela” filme muito elogiado pela crítica por contar cinco histórias na visão de cinco cineastas, seu personagem teria que trazer luz para a favela, que na época quando a equipe chegou para filmar no morro do Vidigal, havia um tiroteio suspendendo assim as filmagens, tiveram que esperar autorização para liberar as gravações, havia muita curiosidade, já que o set era no meio do comércio.

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A equipe toda era harmoniosa, o elenco afinado e contava com a experiente e grande atriz Camila Amado como preparadora do elenco. Ainda quando fazia “Malhação” sob a direção de Marcos Paulo, foi convidado para participar do filme “Assalto ao banco Central”, “Entre Vales” de Philippe Barcinski, ”Flores raras” de Bruno Barreto e o telefilme Didi – o Peregrino de Paulo Aragão, onde fez um pescador, que entra na grade de fim de ano na Tv Globo.

Seu primeiro contato por tráz das câmeras veio ainda em João Pessoa, quando filmou “Gente da minha rua” onde conta a história de sua própria rua, desde quando nasceu. Onde seus vizinhos residem desde os anos 50 e todo o processo evolutivo da rua, uma criação junto a um professor Cláudio Maffioletti da UFPB, e em seguida “Ingresia“ um documentário sobre um poema do também professor José Tavares e agora o mais recente documentário “Sertanejo, quem te ensinou a nadar?” que ele assina como roteirista e direção.

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É uma história que nasceu quando seu amigo Fernando Mariz, produtor e idealizador do projeto, que é de Sousa(PB). Quando criança, Fernando lendo um desses livros Atlas, percebeu que havia uma cidade também chamada Sousa em Portugal, ele ficou curioso desde aquela época.

O filme começou de maneira despretensiosa, quando em 2012 Fernando iria a Portugal para conhecer Sousa de lá, então Beto sugeriu que ele fizesse um filme caseiro de 5 minutos para mostrar a família, só que quando ele trouxe alguns registros, a coisa foi crescendo, pedindo mais elementos, porque era uma história interessante sobre as cidades de Sousa, do processo da fundação da cidade pelos portugueses, onde havia um hiato na história de 300 anos, onde a Sousa da Paraíba, não sabia da existência de uma Sousa em Portugal e vice- versa. Então juntos começaram os registros de Sousa, que fica no alto sertão Paraibano, filmaram no Vale dos Dinossauros, único sítio arqueológico no Brasil, em Portugal, foram buscando evidências, histórias de pessoas, de personalidades como os Paraibanos Ariano Suassuna, Braúlio Tavares, o Prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo e a Reitora da Universidade Federal da Paraíba, Margareth, ambos de Sousa.

Assim a história foi enriquecendo e se transformou em um média- metragem de 54 minutos. A Mostra do Documentário que é histórico, foi em julho deste ano quando a cidade de Sousa fazia aniversário, foi um presente para a cidade.

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Foi uma emoção ver o resultado do que você fez, de tanto tempo, vendo tudo pronto, as pessoas tentando entender e em João Pessoa, que é a minha cidade, onde nos participamos de toda a divulgação ,foi muito gratificante e com as presenças do Presidente e vice da Assembleia de Felgueras – Portugal, que vieram nos prestigiar, foi realmente demais,conclui Quirino.

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O filme deve participar ano que vem do Festival de cinema de filmes da Língua portuguesa – CINEPORT- que acontece de 2 em 2 anos e pretende levar em Portugal, assim que conseguir patrocínio de passagens para sua equipe de cinco pessoas.

Com o blog que surgiu há 3 anos, com seu notebook que ele começou a fazer registros e não parou mais, com fatos verídicos de pessoas ilustres e desconhecidas que tinham pequenas situações que poderiam contar ,tem uma curiosa que é de seu amigo de infância, que trocou a mulher por uma dose de cachaça e uma pamonha- Numa festa de são João na Paraíba, seu amigo estava duro e pediu a um sujeito para lhe pagar uma pamonha, o sujeito olhou para ele e falou eu pago, mas em troca eu quero a sua mulher- ele falou: pode levar a mulher – e assim houve a troca, a mulher na época estava grávida, o camarada assumiu o filho e hoje já faz uns 18 anos que ele está casado com a mulher e os três são amigos.

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Essa é uma das muitas histórias encontradas em seu computaquirino.blogspot.com.br Beto vai assinar a direção do “Papo aleatório- RPG” na web que estreia ainda este mês é um role-playing game, tipo de jogo que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente, exceto um denominado Mestre. Beto Quirino que não tem um Cineasta específico de sua preferência, mas fala com carinho de Glauber Rocha – Acho que o Glauber fazia filmes para deixar os intelectuais malucos memo.

O que ele queria fazer ele fez, é ousar em ser ele mesmo, não se importava se era cinema novo ou vanguarda, ele imprimia sua marca, assim como você tem na poesia Augusto dos Anjos, que nenhum se iguala a ele, ele imprimia Augusto dos Anjos. O Mojica- Zé do caixão, que fazia aquilo com muita autenticidade e acreditava no que fazia, hoje é um ícone, virou cult. Gosta também de Julio Bressane, Silvio Tendler e o grande Nelson Pereira dos Santos, onde aqui presta sua homenagem a “Vidas Secas”.

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50 anos do filme Vidas Secas

Vidas Secas um filme de Nelson Pereira dos Santos, mostra a luta do homem do campo no sertão nordestino pela sua sobrevivência, onde de um lado se tem as agruras do tempo e do outro a lei dos coronéis donos das terras. Nelson Pereira dos Santos procurou manter-se fiel a linguagem contida no livro, com poucos diálogos e quase sem música ele relata o drama de Fabiano (Átila Iorio) numa magnífica atuação, que mesmo sendo carioca conseguiu personalizar a figura do homem sofrido do nordeste, e Sinhá Vitória (Maria Ribeiro) juntamente com os dois filhos e a cachorra Baleia, numa caminhada sertão afora numa terra de solo seco e condições mínimas de vida na em busca de uma vida melhor.

“Foi o único filme brasileiro a ser indicado pelo British Film Institute como uma das 360 obras fundamentais em uma cinemateca. Neste filme fica perceptível a influência marcante do neo-realismo italiano na obra do diretor Nelson Pereira dos Santos e o filme se tornou um dos mais conhecidos do movimento chamado de Cinema Novo que abordava problemas sociais do Brasil.” (Wikipedia)

Sucesso no Brasil e no exterior, o filme ganhou o prêmio do Festival de Cannes (França) de 1964, foi indicado à Palma de Ouro.

Vidas Secas ainda hoje é uma referência tanto na questão cinematográfica quanto na literária e vale a pena ser revisitado nesses seus 50 anos de filme e 75 da obra literária. (BQ)

*COMPARTILHADO DO SITE: http://www.humbertosaade.com/ 

Beto Quirino – Ator, Diretor e Mamulengueiro

betoquirino.blogspot.com.br
betoquirin2.wix.com/betoquirino
computaquirino.blogspot.com.br

http://facebook.com/groups/32241247535557/

 
Funarte abre edital para projetos em circo, dança e teatro de rua PDF Imprimir E-mail
Escrito por Augusto Magalhães   
28-Ago-2013
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A Fundação Nacional de Artes lançou o Prêmio Funarte Artes na Rua (circo, dança e teatro) 2013. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 26 de agosto. Ao todo, serão contemplados 70 projetos nas seguintes modalidades: montagem ou circulação de espetáculos de rua; performances cênicas ou intervenções na rua; registro e memória de grupos e suas atividades. O investimento total é de R$ 3 milhões e as premiações variam entre R$ 32,7 mil e R$ 60 mil.

Através deste programa, a Funarte pretende fomentar atividades que busquem, nas apresentações de rua, um novo significado para o espaço público. Podem se inscrever e concorrer ao Prêmio pessoas físicas ou jurídicas com ou sem fins lucrativos, de natureza cultural. Somente serão aceitas inscrições de projetos enviadas pelo correio (Sedex ou carta registrada). As inscrições estão abertas até o dia 10 de outubro.

Mais informações
Fundação Nacional de Artes – Funarte
Coordenação de Circo

(21) 2279 8034

www.funarte.gov.br 

fonte: www.paraibacultural.com.br

 

 
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