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Novo espetáculo do Pastoril Profano estréia nesta quinta PDF Imprimir E-mail
Pastoril Profano
Pastoril Profano

Com  a  chegada  do  verão  e  o inicio  de  uma  nova  década a  Companhia  Paraibana de comédia, tradicionalmente  há 08 anos  consecutivos  realiza  sua temporada  de  verão  com uma nova montagem do espetáculo Pastoril Profano, este  ano não seria  diferente  para  completar  19  anos de  sucesso a  referida  companhia  estréia nesta  quinta-feira dia 13 de janeiro, no Theatro Santa  Roza, às  20 horas e permanece  em cartaz  de  quinta a domingo  até  o  final de  fevereiro.

A mais  nova montagem do  pastoril  profano, desta  vez  tem como tema o circo,  uma homenagem ao  grandes  mestres  dos  picadeiros. Tudo se  passa  em baixo de  uma  lona, é  o Pastoril  Profano – um verão circense, ou  simplesmente  “Deus  tomara que não chova”
 Idealizadora de  sucessos  como o ano  passado “Pastoril  Profano- um verão americanalhado, também  as  coroas, as malditas, Branca  de Calvão  e as sete  nevinhas, a  companhia  é  mestre  em  fazer  o público  rir e recorde  de  público  e bilheteria.

Esta  versão se  passa no  circo  que  é  uma expressão artística, parte da cultura popular, que visa a diversão e o entretenimento dos espectadores  e conta  a  história de  seu  Arlindo  Sorriso, o palhaço  dengoso, que  resolve  fazer  um  pastoril  diferente, com  dançarinas  novas, outras  performaces  e  sendo  assim  abre  inscrições  para  toda  a  cidade,não querendo  as  antigas  pastoras.

Com  isso cria-se  uma revolta  das  antigas  que  revolvem  marcar um plano  para  pegar o palhaço  dengoso, decidem  se  disfarçar  de  outros  personagem, que  são na verdade  personagens  do  repertório  teatral  da Companhia , a  exemplo das  Fãs de  Roberto  Carlos, As  Malditas  e  as  Coroas, com isso conseguem  enganar  ou engolobar  na  linguagem popular, o velho  dengoso  e  ele  se  ver  obrigado a fazer  o  pastoril profano com as  antigas  pastoras.

Habilidades  como mágicas de  aparecer  cobras, atiradoras  de  facas, macacas  amestradas e leoas  adestradas  serão a   graça e  o lúdico  presente  nesta  montagem. A  platéia  por  sua vez estará  cada  vez  mais interativa  com o espetáculo, marca  registrada  da  companhia  paraibana  de  comédia

Na  segunda   parte  ou segundo  ato  do espetáculo estarão os  dois cordões, cada um comandado pela Mestra (cordão encarnado) e Contramestra

(cordão azul), encontramos também a Diana, vestida metade azul, metade encarnado. O Velho, conhecido como Dengoso, mas que toma diversos apelidos é uma espécie de bufão, de palhaço de circo, que comanda as jornadas (cantos das pastoras) e se esparrama em piadas, numa atuação que ressalta o histrionismo e a improvisação. Seus diálogos com as pastoras são cheios de duplo sentido e, com o público, puxa discussão, brincadeiras, faz trejeitos e canta canções adaptadas às suas necessidades.

O pastoril Profano é um gênero popular de representação, diferenciado e que atingiu sua própria forma. Não é questão de involução mas de interferência dos artistas populares que com os seus espíritos inquietos e brincantes conduzem esses folguedos, e  se  tratando de  uma  companhia  de  teatro, que  há  19 anos  vem criando, adaptando este  folguedo, numa  linguagem popular  e  histriônica  mas  que  agrada a toda  e  qualquer  platéia  que vem ao teatro, comenta Edílson Alves, diretor do  espetáculo  e  da Companhia  Paraibana de Comédia.

A cenografia, Os  figurinos  e  os  adereços  desta  montagem são  detalhes a  parte, criados  pelo cenógrafo Nelson  Alexandre, vai  fazer  deste  espetáculo a  diferença  nas  cores, as  luzes  e  show  de efeitos  visuais.

A sonoplastia  é  um grande  resgate  de músicas  classicas  circenses, uma homenagem ao circo  de  periferia, aos  circos  de famílias  tradicionais, executada  por  Wagner  Nascimento.

O  espetáculo tem no  elenco estão os  atores (Dinarte Silva) Verinha, (Sergio Lucena)Irmã Luzinete, (Alessandro Barros)a Mudinha, Alessandro  Tchê (Ceicinha) Billy  William ( Magali Mel), (Adeilton Pereira) Biuzinha, (Ribamar de Souza) Tia Creuza ,(Edilson Alves) o velho Dengoso

A  música  ao vivo  é  feita  pelos  músicos  Milton Lima e Lourenço Molla, contra-regragem de  Sebastião Gomes e Geisa de Lourdes Produção  de  divulgação  Giovanna  Gondim, Wagner  Nascimento e Antonio  Hino.Realização Companhia  Paraibana de  Comédia.
 A  produção  informa  que  nas  durante as  sextas-feiras da  temporada ( janeiro a fevereiro) haverá um tradutor de  libras, ou seja, portadores  de  deficiência auditiva  agora  poderão entender   as  piadas, as  brincadeiras e  se  divertir muito mais.

SERVIÇO

PASTORIL PROFANO – Um verão  circense -“Deus tomara que não chova”.
Theatro  Santa  Roza
De  quinta  a  domingo -  ( 13/01  a   27/02) – às  20 hs.
Ingressos   a  venda:  Glan Cabeleireiros ao lado do posto 99 na  Av. Epitácio Pessoa  e     Loja Dom Gabriel – (shopping Sul), Rei do Mate ( Shopping Manaira  e Lojas Multicell ( shopping  Tambiá)
Maiores  informações: 8888-3760 / 3218-4382/3043-6316 -9981-6520
Ingressos: R$ 20,00 ( inteira )  e R$ 10,00 ( estudante)

 

Augusto Magalhães, com assessoria
 
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Autor do Projeto e Jornalista Responsável
Augusto Magalhães - 946 DRT/PB

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